página inicial | especiais | biopoética pernambucana | jossesandro andrade
VOLTAR À PÁGINA INICIAL

 

JOSESSANDRO ANDRADE
 

Jossesandro Batista de Andrade nasceu em Sertânia, Pernambuco, em 1971. Compositor, poeta cordelista, teatrólogo. Professor da rede pública estadual de ensino. Sócio fundador da ACORDES - Associação Cultural de Sertânia, e da SAPECAS – Sociedade dos Poetas, Escritores, Compositores e Artistas de Sertânia. É um poeta premiado em sua terra e galgou os prêmios nos Concursos Literários da Semana Estudantil de Arte com os poemas: Memórias, 1° lugar e Carro de Fogo, 2° lugar em 1990; A Margem dos Dias Lindos, 2° lugar em 1992;  Rosacela e a Bomba B, 1° lugar em 1995; Pop Pós-concreto para um Cantador Interativo, 2° lugar em 2000 e Um Frejo Delicado, 2° lugar em 2006. Tem várias peças encenadas e escreveu para teatro: Memórias de um cabaré, Terra e gente, O varredor de rua e Dê no que der. Seu poema Nassau do Sertão foi gravado em placa de bronze, ao lado de um poema de Pinto do Monteiro e faz parte da Casa do Ancião de Sertânia. Publicou poemas nos fanzines: Mandacaru, Placenta, Boca e Cabeça de Rato, que circula há 10 anos. Participa ativamente da agitação cultural de Sertânia e articula-se na internet com poetas de todo o Brasil.

 

Livretos:
Projeto Resistência – 10 anos do Cabeça do Rato, 1998;
Cordel de esquerdinha – Poemas de Jossesandro Andrade, 2000.

Revista:
Coletânea “NOVOS POETAS DE SERTÂNIA”,NOS CADERNOS POPULARES, EDITADOS POR MÁRIO HÉLIO, ATRAVÉS DA FUNDARPE , RECIFE-PE, 1995.      

Alguns cordéis:
O Nassau do Sertão – 50 anos de sacerdócio do holandês padre Christiano Jacobs, 2005;
Luiz camarão, o professor de cachaça, 2006.

Participação em coletâneas:
Cabeça de Rato – Antologia de 5 anos de existência, 1993;
Novos Poetas de Sertânia, 1995;
Poemas que tomam partido – 20 anos do PT em Sertânia, 2002-2003.

Filme:
Participação no filme: POETAS DE REPENTE. DIREÇÃO CÍNTIA FALCÃO, FUNDAJ - FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO, RECIFE-PE, 2006.

 

Links relacionados:

cardápio de poesia

figura da vez

corda vistual:

     A marreta da morte é tão pesada
     Que a pedreira da vida não aguenta.

     Quero César Leal me abençoando
     Pra tornar imortal minha geração.

     Amanhã vá no cartório
     Passar seu cu pro meu nome

 

blog do poeta
poetasandro.blogspot.com

  

Projeto Navegue Nessa Idéia


SISTEMA DE INCENTIVO
À CULTURA
LEI N° 16.215/96

RECIFE/PE

 

 

 
INTERPOÉTICA © 2005 Cida Pedrosa & Sennor Ramos