ÉSIO RAFAEL
Ésio Alves Rafael nasceu em Sertânia, Pernambuco, em 1948. Radicado no Recife desde 1970. Professor e coordenador de biblioteca do estado de Pernambuco. Poeta e pesquisador da cultura popular, Ésio é uma fonte de informações sobre assuntos vários, e principalmente sobre a história da poesia popular, assunto que domina e que se mantém antenado. Através de Ésio foi resgatado um dos maiores eventos de cultura popular da região: os congressos de cantadores do Recife, que começaram a ser realizados ainda em 1948 por Rogaciano Leite. Ésio, na década de 1980, organizou seis desses congressos. É correspondente da revista De Repente, editada em Teresina, Piauí e escreveu por 10 anos para o jornal A Província, de Goiana/PE. É membro da União Brasileira de Escritores e da Comissão Pernambucana de Folclore. Cidadão honorário de São José do Egito, município pernambucano considerado a capital nordestina da poesia popular. Coordenou a edição do vídeo sobre o violeiro Oliveira de Panelas, com roteiro de Wilson Freire e direção de Nelson Simas (2002). Atualmente assina a coluna Folhas Soltas no INTERPOÉTICA.
Livros:
Livro dos Repentes (em co-autoria com Jaci Bezerra) – FUNDARPE/CEPE, 1991;
Cantoria de Viola Hoje (em co-autoria com Luis Carlos Monteiro) – FUNDARPE, 1995.
Participação em coletâneas:
Antologia Didática I dos Poetas Pernambucanos (organizada por Alberto da Cunha Melo), - Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, 1988;
Petrus Apostolus Princeps Apostolorum – Um mote santo e algumas sacras glosas (Organizada pelos Autores), 2006;
Amores Perfeitos na Beira do Mar (organizada por Marcos Passos) - Edições Bagaço, 2007;
Poetas do Repente (conjunto de livro, CD e DVD, publicação bilíngue português-inglês) – Fundação Joaquim Nabuco, 2008.
Links relacionados:
cardápio de poesia
Folha Soltas
entrevista
poetas na rede
figura da fez:
Walmar
Jó Patriota
Rogaciano Leite
Manoel Filó
artigos:
Alberto...
INTELECTUAL/CORDEL
corda vistual:
A marreta da morte é tão pesada
Que a pedreira da vida não aguenta.
Quero César Leal me abençoando
Pra tornar imortal minha geração.
No terreiro da paz Salu descansa
Silencia a rabeca genial.
Amanhã vá no cartório
Passar seu cu pro meu nome
Samico
contato do poeta
esio.rafael@uol.com.br