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ALBERTO OLIVEIRA
 

Alberto de Oliveira Rodrigues nasceu em Caiçara, Paraíba, em 1946. Radicado no Recife desde 1971. Funcionário aposentado do Banco do Nordeste. Poeta, escritor e cordelista que se destaca pela sua ação na área de produção literária e editoração. Coordena o projeto LIVRARIA EXPRESSA / CORDEL NO MEIO DO MUNDO, recentemente aprovado no Funcultura/2008, que propõe democratizar a arte, levando-a às classes menos favorecidas, através de distribuição e venda de publicações de baixo custo. Criou o Projeto Plantando Sementes, que alia Cultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Auto-Sustentável, cuja característica principal é reutilização de garrafas pet como vasos para plantio de legumes e hortaliças, além de serem utilizadas também como embalagens para livros. O seu processo de marketing na divulgação é inédito, com exposição de "balaios de livros" em eventos onde o projeto poderá ter grande penetração de público. Na década de 90 foi um dos idealizadores do Movimento Literário Uzyna Cultural que contava com a participação de Alberto da Cunha Melo, Heleno Ramalho, Héber Mattos, Karoba Nunes, dentre outros. Na década seguinte foi um dos integrantes do grupo A uZyna que juntava música e poesia em suas apresentações. O grupo gravou o CD Cantigas de Sertões. Atualmente é colaborador dos jornais: A Besta Fubana e O Olho, de Palmares-PE.

Livro:
Sertão Despedaçado - Editora Coqueiro, 1998

Alguns cordéis:
A Vagina Desvirginada;
O Peido na História Universal;
O dia em que Vitalino voltou a Caruaru;
Eu vi Gonzaga chorando na visita ao pé-de-serra.

Participação em coletâneas:
Petrus Apostolus Princeps Apostolorum – Um mote santo e algumas sacras glosas (Organizada pelos Autores), 2006;
Amores Perfeitos na Beira do Mar (organizada por Marcos Passos) - Edições Bagaço, 2007.

 

Links relacionados:

cardápio de poesia

corda virtual:

Quero César Leal me abençoando
Pra tornar imortal minha geração

A marreta da morte é tão pesada
Que a pedreira da vida não aguenta

Amanhã vá no cartório
Passar seu cu pro meu nome

No terreiro da paz Salu descansa
Silencia a rabeca genial

e um cisne negro em madeira
dum Samico endiabrado

 

site do poeta
livrariaexpressa.com.br

  

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